Mixed para C&A – O Lookbook
A Coleção que Mixed desenvolveu para a C&A chegou hoje nas lojas! (falei sobre ela aqui)
Confiram as fotos do lookbook e corram para a C&A mais próxima…
A Coleção que Mixed desenvolveu para a C&A chegou hoje nas lojas! (falei sobre ela aqui)
Confiram as fotos do lookbook e corram para a C&A mais próxima…
Vi esse texto no blog Parece filme mas é vida mesmo… e não pude deixar de compartilhar.
Odiar, um novo hobby.
Com a chegada das redes sociais nos reunimos todos os dias para comentar acontecimentos, capítulos da novela, alguma matéria do jornal, e até dividir conquistas e frustrações pessoais. Sabemos muito sobre a vida dos outros, os restaurantes que frequentam, amigos mais próximos, o que fizeram no final de semana, quase tudo. É natural que surjam discussões por conta das opiniões diferentes, e acho isso absolutamente normal. Ninguém é obrigado a curtir um certo tipo de música, ou gostar da atuação de algum ator.
Criticar faz parte e acredito nas críticas construtivas. Não levo o meu blog tão a sério como algumas pessoas devem achar, mas concordo que quando escrevo alguma palavra errada, seja por “burrice” ou erro de digitação, devo ser corrigida e alertada pelos leitores. Só que alguns, não sei bem o por quê, ficam com ódio de você, ou por conta de um erro, ou por não gostarem do tema abordado, ou por não concordarem com suas idéias, e descarregam a raiva por aqui, por e-mail e inclusive, pelo Twitter.
As ofensas e desaforos que eu recebo não chegam aos pés das ofensas que recebem os famosos, afinal de contas, não dá para comparar um perfil do Twitter que tem pouco mais de 5 mil seguidores, com o perfil de alguém que tem tipo, 200 mil. Quem me conhece através de algum texto, não tem informação suficiente sobre a minha pessoa, e logo desiste de pegar no meu pé. No começo eu ficava incomodada, relia o texto, corrigia o erro arrasada, mas conforme fui reparando na minha própria timeline, percebi que as pessoas criticam por criticar, e que essa coisa de odiar alguém virou uma espécie de hobby moderno.
Não sei se numa tentativa de parecer “polêmico” e dessa forma conquistar novos seguidores, mas vejo frases cada vez mais agressivas a troco de praticamente nada. Parece que odiar alguém ou alguma coisa virou moda. Você não precisa ter certeza dos fatos, ler sobre o assunto, conhecer a trajetória de vida, nada. Basta a pessoa usar uma roupa que você não gostou, ou se comportar de um jeito que você reprova e pronto, tem passe livre para xingar a família, as conquistas profissionais e uma vida inteira.
Simpatizei (e sempre simpatizo com o que ela escreve) com o último texto da Nina Lemos – “Kristen Stewart é a “vagaba da vez”. Free, Kristen Stewart!”. Depois de trair o namorado, ser perseguida pela mídia e pelos fãs, até linha de camisetas com frases ofensivas circulam por aí. Tô achando um pouco demais.
A fotógrafa carioca Angélica Dass criou o projeto “The Humanae” que consiste em tirar fotos de anônimos e recriar o fundo da imagem através do tom de pele de cada fotografado usando a referência numérica da Pantone para cada cor.
De acordo com Angélica a ideia é “catalogar, através de uma medição científica, todos os possíveis tons de pele humana”.
Eu achei o máximo o resultado, e vocês?
Já descobriram qual a sua cor Pantone?
É isso mesmo, depois de muitos duvidarem da sua existência, Valeria Lukyanova, uma ucraniana de 21 anos provou que realmente existe.
Comparada por muitos com a boneca Barbie, a menina jura de pés juntos nunca ter feito 1 sequer cirurgia plástica para ficar parecida com a boneca (D-U-V-I-D-O)
Valéria possui site oficial e canal no youtube onde colocar seus trabalhos, dá dicas de maquiagem e canta algumas músicas.
Seguem algumas fotos..
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